webcapixaba

Salve Galera,

Gostaria de plantar uma semente de discussão sobre o tema wireframes.

Certamente cada um aqui (designers e curiosos) tem uma maneira de iniciar o processo de produção de um site/interface. O que abordo no meu último post, é a otimização deste processo considerando o mercado no qual estamos inseridos, onde os cargos não são tão bem divididos e todos são multitarefa.

Ficaria contente em saber como vocês vêem o tema, o que pensam a respeito.

Designers VS Arquitetos de informação: Aumentando a produtividade n...

Vamos trocar idéias!

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Respostas a este tópico

bom, como quase tudo... depende.

Para um site mais funcional e com muitos detalhes a se levar em conta, com é o caso de um e-commerce ou alguma oferta de serviço on-line, que se necessita de padrões, acho válido e muito útil.

Agora, se a proposta é explorar mais a criatividade pra fazer algo diferente, ai já não vejo vantagens. Seria como encaixotar uma criação antes mesmo de começar.

abraço!

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OI Bruno, beleza cara?

Com certeza tudo depende, e eu coloquei isso lá no post também.

Mas o que eu queria aqui, já que a galera tem um contato mais próximo, é saber como você (e as pessoas que quiserem agregar neste tópico) costuma estruturar este processo dos wireframes. Eu abordei no tópico o meu ponto de vista, e como faço para otimizar este processo.

Não entendi o lance de encaixotar a criação.

OBS: Eu fiquei surpreso com um leitor do post, que colocou o ponto de vista dele em cima do que eu escrevi e twittou. Resultado: http://topsy.com/tb/ow.ly/15Pllh

Bom, eu não entendi muito bem o que você disse na segunda parte. No meu tópico

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Fala Lucas, na paz?

Quis dizer o seguinte: diferente de 90% de todos os sites da web, ha uma demanda para sites fora dos padrões. O famoso site fora da caixa. Tenho inclusive um número considerável de cliente que começaram a solicitar exatamente isso ("Não me venha com um monte de caixinha, nem algo que represente elas"). Não que o caixote seja algo ruim (é o que mais sai), até porque segue um padrão visual e de usabilidade que o internauta está acostumado, facilitando a vida do camarada.

Porém, existem um mercado em constante crescimento (principalmente com a evolução na velocidade da banda de internet), que está pouco se linchando pra usabilidade ou qualquer outra coisa (SEO, W3C etc). Um tipo de trabalho para se explorar as experiências. É geralmente direcionado para um publico bem especifico (isso é cada vez mais comum em todo tipo de mercado), coisa que uma navegação comum não proporciona, pois passa a ser algo mecânico.

Experiências no sentido do camarada ficar "gastando no site" e em seus detalhes visuais e de animação, como é o caso de um site que não se precisava clicar em nada para navegar, pois se tratava da venda de um carro hidramático (Infelizmente não lembro o link e não to encontrando agora).

Claro que isso vale mais para hotsites. Mais a demanda pra sites bem completos nesse sentido esta aumentando, e muito. E, para esses casos, acho que wireframes não cai bem (MINHA HUMILDE OPINIÃO). Por exemplo: vc consegue visualizar o wireframes desse site?

http://www.ariza.com.tr

Não consigo enxergar um criação mais arrojada e criativa começando de um monte de quadrados e espaços pré-definidos. Foi esse o sentido do meu primeiro comentário.

Bom, escrevi pra burro já, até fora do contexto, acho que ta bom rsrsrs

Espero ter explicado meu ponto de vista
Forte abraço.

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Acho que vc tem uma visão equivocada sobre oq é wireframe. Pensamentos com o seu são muito comuns no mercado.
É sempre bom lembrar que: Wireframe ≠ Caixinhas

O site da Ariza é simples e o wireframe daria conta dele facilmente. Justamente pq não cabe ao wireframe dizer se algo vai ser redondo ou quadrado. A solução adotada no site de exemplo ficou muito interessante, mas perceba que aquela bola na página inicial é apenas um MENU.

Ao wireframe cabe apenas dizer que o menu vai existir, apontas seus submenus e etc. Se ele vai ser horizontal, triangular ou redondo já é uma etapa posterior que vai especificar isso.

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Concordo plenamente!

O Wireframe não "engessa" de forma alguma o processo de criação.

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Sobre o artigo eu não entendi uma coisa logo no início:
"...arquitetos de informação que fornecem wireframes (também conhecido como mockup’s) prontinhos para os designers trabalharem."

Na formação do Designer (bacharel em Desenho Industrial) uma das primeiras coisas que se absorve é que o desenvolvimento da arquitetura de informação cabe ao designer responsável pelo projeto.

Não sei se sua formação distingue as duas instâncias do trabalho de desenvolvimento, mas particularmente eu não consigo mentalizar um projeto bem executado onde o designer não tenha participado do desenvolvimento do wireframe, mesmo que seja num processo de debate contributivo. Tenho certeza que vc sabe que essa etapa envolve alguns questionamentos e escolhas que precisam ser de conhecimento daquele que vai dar a cara final pro projeto.

No mais, tb curti bastante a iniciativa do post. Pra galera que tah entrando no mercado ele será muito útil.

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Fala Gabriel!

Como o foco do post foi a otimização dos wireframes na visão do designer, lendo sua consideração me dei conta da falha ao não explorar essa parte da interação entre o Arquiteto de informação e o Designer.

Talvez também tenha exagerado na metáfora do mundo perfeito, realmente essa interação tem que existir. Mas ela é uma das etapas finais do processo, depois que já foi realizada a fase de pesquisa (pouco realizada), mapa do site, fluxo de navegação, testes com usuários, etc.


Procurei um texto agora pra complementar minhas palavras e achei um trecho muito interessante que retirei deste post

O trabalho do arquiteto precisa ser mais estratégico e o wireframe é apenas uma entrega formal dentro do processo do design centrado no usuário. Não pode ser considerado como um texto em uma estátua que é tomado como verdade e não pode ser evoluído. O arquiteto imagina o que poderia ser ideal e o designer o ajuda com as possíveis evoluções. O trabalho do arquiteto precisa estar cada vez mais próximo do designer e as soluções precisam ser pensadas em conjunto e evoluídas com todos que estão participando do projeto.

Em outro trecho do artigo o autor divide os PERFIS de profissionais em arquitetura de informação

Certamente eu e você nos encaixamos no Design, mas como trabalhamos num mercado relativamente pequeno, abraçamos superficialmente as outras áreas.

Ah, obrigado por sua opinião e visão crítica. Sem dúvida somou na discussão, pois foi um ponto que realmente não abordei.

Um abraço




Realmente você tem razão.

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Acho que independente do site que for feito, o wireframe sempre é uma excelente referência para a montagem do site, mesmo para os sites fora dos padrões. Aliás, neste caso principalmente, deve-se usar o wireframe, pois é uma maneira rápida de se ter uma prévia do que está por vir e se tudo se encaixa tão perfeitamente como no campo das idéias.

Recentemente fiz um site para um cliente freelancer e este site se enquadra no fora-dos-padrões. Para tal, usei o flash e quadros em cores para delimitar tanto a área do conteúdo e as transições.

Se ajudou, Ôh! Engessou? Nem um pouco. Claro, como disse o bruno, como quase tudo, depende.. principalmente do modo em que está acostumado a trabalhar.

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legal.. designer balde de tinta

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Mas hein?

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Pra mim essa coisa de arquitetura de informaçao, lógico, é uma tarefa extremamente necessária, tanto que hoje em mercados grandes, há a necessidade de especialistas da área. Porem eu náo consigo pensar num designer que não saiba fazer arquitetura de informaçao, já que é uma atividade inerente ao meio. Ora, o que é arquitetura de informaçao? O que esse profissional faz?
É o responsável por classificar, organizar e deixar a informaçao coesa, a ponto de aproveitar ao máximo a experiencia do usuário com o conteúdo em si.
E em sites mais assimétricos, deve-se usar? Sim. Na prática isso funciona, acontece? Pelo menos comigo é raro. Explico. Quando faço o design pra um site onde o principal foco não é a experiencia do usuário com o conteúdo/informaçao; mas sim a experiencia de marca, e aí estamos falando de interatividade, estratégias de branding (no sentido mais amplo da palavra). Eu, pelo menos, não faço wireframe. Por quê? Porque a organização de conteúdo em pequenas quantidade, quem fica responsável é o próprio designer em si. Pois fazer a arquitetura de informaçao, ou seja, diagramar um conteúdo pequeno ou grande, é tarefa de designer sim. Isso é básico (não quer dizer q é fácil).

Portanto, pra mim. Há casos e casos. Acho extramamente importante o arquiteto de informaçao e a arquitetura de informacao quando o propósito do site é proporcionar experiencia do usuário com a informacao. O que é muito diferente de trabalhar um site pra entretenimento, experiencia de marca e interatividade. Mas nesse caso, como conteúdo é somente uma parte do site e nao o principal desse tipo de site. Acho q o designer, com suas noções e experiencia de aprendizado acaba dando conta. Sem precisar fazer wireframe antes. Mas há casos e casos. Pelo menos comigo, funciona assim.

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#portuguesfail

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